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dc.contributor.authorMurray, Danielen
dc.contributor.authorMiller, Jamesen
dc.date.accessioned2016-01-22T13:57:26Z
dc.date.available2016-01-22T13:57:26Z
dc.date.issued2015-12
dc.identifier.citationReligare, v.12, n.2, Dec. 2015, p.315-343.en
dc.identifier.issn19826605
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1974/13947
dc.descriptionTradução de Matheus Costa e Fábio Sternen
dc.description.abstractFora de contexto cultural chinês, o Daoísmo é frequentemente associado a práticas de cultivo físico, tais como qìgōng ou tàijí quán, em vez de linhagens tradicionais de Quánzhēn ou Zhèngyī e como uma religião hierarquicamente organizada. A Sociedade Taoísta do Brasil, no entanto, é um exemplo de prática daoísta não chinesa associada à tradição Zhèngyī (Ortodoxia Unitária). Os Sacerdotes brasileiros ordDaoismoenados pela Sociedade realizam rituais diante de uma congregação majoritariamente leiga e não chinesa. O resultado é uma forma cultural híbrida de prática daoísta que fornece uma visão sobre como o Daoísmo está se transformando através da globalização.en
dc.language.isootheren
dc.subjectDaoismen
dc.subjectGlobalizationen
dc.subjectHybridityen
dc.titleA Sociedade Taoísta do Brasil e a globalização do Daoismo da Ortodoxia Unitáriaen
dc.typejournal articleen


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